Plínio Mósca, Lídia Benjamim e Érika Guedes.
Vamos que vamos!

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Lídia Benjamim.
Nossa performance aborda de maneira cômica o exercício que se faz sobre o que é justo e o que é justiceiro. É sabido que estamos vivendo mais uma crise ética na Administração Pública.
Deste fato, vem a mente o episódio da Revolução Francesa, quando os revolucionários encomendaram uma máquina de execuções ao medico francês Joseph-Ignace Guillotin (1738-1814). Assim nasceu a primeira máquina de matar em série da época moderna: a guilhotina.
No início dos trabalhos “guilhotineiros” rolaram inúmeras cabeças. Primeiramente as Reais, seguidas as Aristocratas 5 Estrelas, Aristocratas 2,5 Estrelas e Aristocratas sem Estrelas.
A cada semana, novos julgamentos eram feitos e novo sangue era derramado. Dado certo momento, alguns dos levados à guilhotina já não eram mais pessoas vinculadas a nenhum processo político ou revolucionário.
Mas era necessário continuar fazendo Justiça e, ao mesmo tempo, o “Circo da Justiça”.
Se alguém devesse dinheiro a outro, o açougueiro ao fazendeiro, a costureira ao vendedor de tecidos, por pouco ou por muito motivo, dá-lhe guilhotina: um espetáculo para navalha nenhuma botar defeito.
Até onde vai a Justiça e a falsa Justiça? Quando o Terror vira Humor? Quando o Homem vira Bicho? Segurem seus pescoços e respondam.
Nota sobre os Atores:
Juan Lobato e Rômulo Mendes são atores oriundos das Oficinas Gratuitas ministradas por Plínio Mósca no P-Sul/Ceilândia, patrocinadas pela Embaixada da Alemanha nos anos de
Posteriormente, ingressaram no Curso de Licenciatura de Artes Cênicas da FBT – Teatro Ducilna e no Grupo de Teatro ACATE.
Nota sobre o Diretor:
É a segunda vez que Plínio Mósca participa do PROJETO TUBO DE ENSAIOS, que proporciona à população uma nova visão do Fazer de Teatro.
Plínio Mósca
Professor e Diretor de Teatro.
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Publicado por Lídia Benjamim.
Somos artistas de teatro e fazemos parte da ACATE – Associação Cultural de Artes Teatrais e Especialidades, fundada em Brasília.
Há anos temos o prazer de representar nosso País
Temos em mãos o convite para representarmos nosso País no VII FIETPO 2009 (VII Festival Itinirante Y Encuentro de Teatro Popular) que acontecerá na cidade de Lima-Peru, entre os dias 10 e 20 de julho deste ano.
Nosso Grupo será representado por dois atores profissionais: Plínio Mósca e Lídia Benjamim.
Sobre o VII FIETPO, cabe ressaltar que esta é a primeira vez que um grupo de Brasília é convidado.
A trajetória dos FIETPOs vai de encontro com os trabalhos realizados nos ENTEPOLAs (Encontro de Teatro Popular Latino Americano), que são formulações que postulam a reunião de Teatro-Arte-Educação-Popularização, sem cair na mesmice do nivelamento por baixo, da mediocridade e da arte cênica sem valor.
Os criadores do FIETPO e inúmeros Diretores e Professores de Teatro da América do Sul acreditam que podemos popularizar as Artes Cênicas apresentando excelentes obras sem precisar utilizar de recursos grotescos, de riso fácil e da imitação barata.
Com relação ao Festival de Teatro em Lima/Peru, levaremos os seguintes espetáculos:
1) “A Dama do Mar”, adaptação da peça homônima de Henrik Ibsen (em português);
2) “El Titanic soy yo”, de Plínio Mósca (em espanhol);
3) Leitura dramatizada de “Una Noche de Almirante” de Machado de Assis (em espanhol);
4) E, por fim, um Workshop de Interpretação Teatral ministrado por Plínio Mósca.
Cumpre destacar que esta participação só pôde ser possível com o fomento proporcionado pelo Mistério das Relações Exteriores.
Plínio Mósca
Professor e Diretor de Teatro.